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Ledeni defende conscientização em relação à pessoa com deficiência

Ledeni defende conscientização em relação à pessoa com deficiência
No espaço da palavra livre, segunda-feira (3), a vereadora Ledeni (PTB) explanou sobre o projeto, em apreciação na Câmara de Vereadores, que institui o Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CMDPD). Entre as competências do Conselho, destacou a de propor e incentivar aos órgãos competentes a realização de campanhas visando à prevenção de deficiências e à promoção e defesa dos direitos da pessoa com deficiência. “A gente sabe que as políticas públicas trabalham a questão da defesa, a questão da inserção, mas o que nós queremos é que a sociedade, que a Prefeitura, que a Secretaria de Saúde, se atente a importância de não deixar a criança nascer com a deficiência. Se a gente fazer esse trabalho com certeza nós vamos prevenir muitas coisas que a criança passará a ter depois do seu nascimento”, observou. Outra competência destacada pela vereadora é a de estabelecer, com as Secretarias afins, programas de formação e treinamento dos servidores públicos municipais, objetivando a supressão de práticas discriminatórias nas relações entre os profissionais e entre estes e a população em geral. “Nós batalhamos para que a diferença esteja presente na sociedade, mas não quer dizer que diferença seja parecida com desigualdade, então que a prefeitura também invista nessa relação de formação aos professores, de formação dos profissionais da saúde, para que eles tenham um bom atendimento”, sugeriu. Ledeni também falou sobre a Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, de 21 a 28 agosto, este ano com o tema “família e pessoa com deficiência, protagonistas na implementação das políticas públicas”, destacando que a deficiência não deve ser assunto tratado apenas em datas alusivas. “Eu diria que nada adianta ter leis, que nada adianta ter conselhos, se nós enquanto cidadãos não fizemos também a nossa parte. Porque muitas vezes a gente coloca o direito para algumas pessoas sendo que ela já as tem. Então, o que nós precisamos mudar as vezes é a nossa atitude, a nossa aceitação. Uma simples atitude de não estacionar o carro aonde é de um deficiente nós estamos mudando a realidade dessas pessoas”, finalizou.


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